A Direção Executiva da Gestão Unir e Conquistar do SINDJUD-PE repudia qualquer tentativa de atribuição de “vitória da categoria” sobre a extinção de processo judicial que visava defender a honra e a imagem de seus/suas integrantes, diante de inúmeros ataques organizados pelo grupo de oposição e condutas antissindicais e a pretensa entidade nacional denominada Anateje.
Desde 2023, o grupo que perdeu as eleições vem atacando incessantemente a atual gestão à frente do SINDJUD-PE, o que tem piorado com a proximidade de novo processo eleitoral para escolha da direção do sindicato, previsto para novembro deste ano, conforme o Estatuto.
O grupo perdedor das eleições passadas, inconformado com a derrota, dedicou os últimos três anos a boicotar, de todas as formas possíveis, o trabalho da atual gestão, inclusive com campanha maciça de desfiliação.
Porém, a expressão mais intensa desses ataques tem ocorrido através de um verdadeiro assédio judicial promovido contra membros da gestão, a entidade sindical e as decisões legítimas da categoria. São cerca de DEZ processos judiciais, pedindo desde a demissão de funcionários até a destituição do atual grupo; e pasmem, entraram com uma ação porque a gestão, apesar de ter prazo para isso, não havia ainda prestado contas, mas quando a prestação de contas foi marcada, entraram com outra ação para impedi-la de acontecer. Recentemente, mais uma ação judicial contra as decisões da categoria, desta vez, questionando as Regras Complementares às eleições, que você, servidor/a que foi delegado/a no Congresso, aprovou por unanimidade (Confira aqui o documento aprovado).
Portanto, o que se percebe é que o objetivo do grupo opositor é tirar a atual gestão do caminho das eleições, custe o que custar, inclusive passando por cima de decisões legítimas da categoria, facilitando assim a sua vitória.
Diante da utilização da imagem dos diretores Giuseppe Mascena e Alcides Campelo, e das diretoras Ana Carolina Lôbo, Karyna Almeida e Mariana Figueiroa, sem autorização, de forma contínua, nos grupos de whatsapp liderados por esse grupo opositor, em figurinhas de cunho vexatório, ridicularizador ou, pior, insinuando crimes a pessoas que estão exercendo honradamente suas funções, entramos com ação no Juizado Especial Cível, solicitando indenização por danos morais e, principalmente, a retirada das figurinhas e a proibição de fazer novas.
O exemplo máximo desses ataques é uma imagem com uma montagem do cartaz do filme Blindado, em que um dos personagens está com uma arma na mão (onde foi inserido o rosto do diretor Alcides Campelo); nessa montagem, colocam os rostos dos 5 dirigentes da executiva como sendo os “blindados”, um cofre com dinheiro e à frente dele arquivos, com um fundo da imagem original com fogo. Qual a mensagem que essa imagem passa? Por qual razão Giuseppe e Alcides estariam de colete e até arma na mão diante de um cofre com fogo ao redor? Como isso pode se confundir com críticas políticas e legítimas? E como uma ação judicial que vise proteger a imagem da direção pode se confundir com censura?
Lamentavelmente, apesar de termos juntado mais de 200 prints que comprovam a continuidade da nossa exposição de maneira indevida, a decisão do juízo foi pela improcedência do pedido. O judiciário referendou, com esta decisão, a continuidade da exposição da imagem de pessoas da diretoria alegando, em síntese, “liberdade de expressão” e mitigação da imagem diante do fato de se tratar pessoas públicas. Como se ao ser dirigentes sindicais, possamos ser achincalhados/as. No nosso entender, ser pessoas públicas não dá a ninguém o direito de nos chamar de desonestas, de mentirosas e outros adjetivos que já nos foram impostos, especialmente quando não há nenhuma evidência ou prova de cometimento de crime. Discordar da realização de uma festa (proposta que estava na Carta programa registrada nas eleições e referendada pela maioria da categoria que elegeu o grupo Unir e Conquistar) ou de como os recursos são aplicados não faz da diretoria criminosa por realizá-los, uma vez que todos os gastos estão devidamente comprovados.
Discordância e ilegalidade não se misturam.Liberdade de expressão não dá aval a ninguém para ofensas, desrespeitos, ataques à honra e à imagem das pessoas.
Apesar de membros desta gestão serem desrespeitados de forma contínua pela oposição, em nenhum momento lançamos mão do mesmo tipo de expediente, pois, no nosso entender, não é assim que se faz política, e isso diz muito mais do caráter de quem ataca do que das pessoas que estão sendo atacadas. Para nós, politica é assunto sério, e se faz com ideias e propostas e não com ataques pessoais. E é assim que continuaremos fazendo.
SINDJUD-PE
Direção Executiva/Gestão Unir e Conquistar!



