Neste domingo, 10 de maio, Dia das Mães, o SINDJUD-PE propõe uma reflexão sobre a maternidade a partir do cinema.
A maternidade não é uma experiência única, e o cinema tem mostrado isso sob diferentes perspectivas.
Entre afeto, cuidado, alegria, exaustão, desigualdade e reconstrução, os filmes ajudam a refletir sobre os desafios e as complexidades que atravessam a vida de muitas mulheres e famílias.
O SINDJUD-PE selecionou cinco produções que abordam a maternidade de maneiras distintas:
Tudo Sobre Minha Mãe (1999) | Prime Video
Depois da morte do filho, Manuela atravessa encontros, perdas e reencontros que transformam sua trajetória.
Entre dor, afeto e resistência, o filme retrata a força e as complexidades das mulheres diante da maternidade e da vida.
Reflexão: Ser mãe também envolve reconstruir a si mesma inúmeras vezes ao longo do caminho.
Mamma Mia! (2008) | Prime Video
Às vésperas do casamento, Sophie tenta descobrir quem é seu pai enquanto revisita, ao lado da mãe, histórias do passado.
Entre música, conflitos e afeto, o filme mostra uma relação construída na parceria e na liberdade.
Reflexão: Maternidade também pode ser companheirismo, escuta e construção de memórias felizes.
Que Horas Ela Volta? (2015) | Globoplay/Netflix
Val trabalha como empregada doméstica em São Paulo enquanto acompanha à distância o crescimento da própria filha.
O filme discute desigualdade social, trabalho doméstico e as marcas deixadas pela ausência imposta pelo trabalho.
Reflexão: Enquanto algumas mulheres conseguem maternar em tempo integral, outras precisam abrir mão da convivência para garantir sustento.
Encanto (2021) | Disney+
Em meio às expectativas da família Madrigal, diferentes gerações de mulheres tentam lidar com responsabilidades, medos e afetos.
O filme fala sobre acolhimento, cuidado coletivo e a importância de não transformar amor em cobrança.
Reflexão: Cuidar também é permitir que filhos e filhas existam para além das expectativas familiares.
Crescendo Juntas (2023) | Netflix
Entre conflitos, mudanças e descobertas da adolescência, mãe e filha tentam se reconectar.
O filme fala sobre amadurecimento, escuta e as dificuldades de continuar próximo de quem está mudando.
Reflexão: Maternidade também pode ser aprender a acompanhar as transformações dos filhos sem deixar o afeto para trás.
Hamnet (2025) | Prime Video Aluguel
Após a morte do filho, Agnes Shakespeare tenta atravessar o luto enquanto mantém a família unida.
O filme aborda maternidade, perda e memória a partir da perspectiva de uma mulher que precisa continuar vivendo mesmo diante da dor. Ao mesmo tempo, também fala sobre o poder da arte em transformar ausência em permanência.
Reflexão: Às vezes, criar também é uma forma de continuar vivendo, e de manter viva a memória de quem partiu.
Mais do que homenagens idealizadas, as produções convidam à reflexão sobre divisão do cuidado, saúde mental, trabalho invisibilizado e vínculos afetivos.
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